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Você já percebeu que as notícias sobre longevidade aumentaram?

Cada vez mais, em meu Facebook, aparecem amigos relatando aniversários de parentes que superam a barreira dos 100 anos.

A longevidade, é fato, está aumentando. E nossa previdência precisa se estruturar para isso. Estamos perdendo o tempo de formar uma poupança para nossa velhice.

Vai, aqui, uma crítica direta ao INSS e à maioria dos regimes de previdência dos estados e municípios.

Trago a matéria abaixo, do Portal G-1, Ela fala por si. Bom domingo.

05/07/2015 08h10 - Atualizado em 05/07/2015 08h10

'Pra namorar não tem idade', diz morador de Itápolis, aos 104 anos

Aposentado namora uma mulher 64 anos mais nova.
Família de Massao organizou uma festa para comemorar o aniversário.

Um morador de Tapinas, distrito de Itápolis (SP), tem dado exemplo de como ter uma vida longa e feliz. Com 104 anos, o alagoano Marcelino Pedro dos Santos namora uma mulher 64 anos mais nova que ele. “Pra namorar não tem idade”, afirma o centenário.
Massao, como gosta de ser chamado, comemorou 104 anos nesta semana e festejou com muita disposição. “Graças a Deus eu estou fazendo festa e ainda estou com vontade de fazer mais umas cinco festas”, conta.
Maria Júlia conheceu o namorado quando ainda era criança e, há alguns anos se apaixonou por ele. Agora são só beijos, abraços e confidências ao pé do ouvido. “Eu gosto dele. A idade é boa, o que importa é o amor”, diz a aposentada.
Massao trabalhou grande parte da vida na roça para criar a família de cinco filhos, 18 netos e 37 bisnetos. E depois de todos esses anos ele ainda esbanja saúde para dançar, brincar e namorar. “A minha vida toda foi trabalhar, dia e noite trabalhar. O que eu espero é casar de novo”, espera.
Massao também é exemplo na família que fez uma festança para comemorar o aniversário dele. Muita gente pra dar parabéns, muitos beijos e abraços. “Eu o amo muito e ele é muito especial para mim. Eu quero que ele viva muito”, espera a netinha Lilian de Oliveira, de 7 anos.
Perto do alagoano não há espaço para tristeza, afirma o neto Adriano Almeida Neto. “Ele sempre foi festeiro, sempre gostou de dançar, de brincadeira. Essa deve ser a vitalidade, a alegria”, acredita.

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