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Segundo Ilan, esse é o momento de fazer uma redução na magnitude da Flexibilização Monetária



O presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, repetiu nesta segunda-feira (6) 
que é preciso dar continuidade aos ajustes e reformas, sobretudo a da Previdência, 
para o equilíbrio da economia , com consequências favoráveis para a desinflação.
"Frustração das expectativas sobre a continuidade das reformas e ajustes necessários 
na economia brasileira pode afetar prêmios de risco e elevar a trajetória da inflação", 
afirmou Ilan em apresentação durante evento em Vitória (ES).
Ilan repetiu que, para a próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), 
em dezembro, neste momento era "adequada uma redução moderada na magnitude 
de flexibilização monetária".

E acrescentou que havia "consenso em manter liberdade de ação e adiar qualquer 
sinalização sobre as decisões futuras de política monetária".

O presidente do BC ponderou ainda que o processo de flexibilização continuava 
dependendo da "evolução da atividade econômica, do balanço de riscos, de possíveis 
reavaliações da estimativa da extensão do ciclo e das projeções e expectativas de inflação".

No mês passado, o BC reduziu a Selic a 7,5% ao ano, indicando que continuaria 
cortando em dezembro e mantendo a porta aberta para mais um movimento em 
fevereiro, diante da baixa inflação e recuperação gradual da atividade.
A pesquisa Focus realizada semanalmente pelo BC mostrou que o Top-5, grupo dos 
economistas que mais acertam as previsões, já passou a um corte em fevereiro de 0,50 
ponto percentual, com a Selic terminando 2018 a 6,5% depois de encerrar 2017 a 7%.

Fonte: G1

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